"Porque a verdade é que eu via a moça, eu a via nos ramos da árvore desfolhada que palpitavam ligeiramente quando um pássaro enrijecido voava à procura de abrigo; eu a via nos olhos das novilhas que saíam do curral, e a ouvia nos balidos dos cordeiros que cruzavam o meu passeio.
Era como se toda criação me falasse dela, e desejava, sim, muito, revê-la, mas estava pronto ,no entanto, a aceitar a idéia de não revê-la nunca mais, e de não me conjugar nunca mais a ela, contanto que pudesse gozar o gáudio que me percorria aquela manhã, e tê-la sempre perto, mesmo se estivesse, e para a eternidade, distante."
"O nome da Rosa" de Umberto Eco
Lindo, não?
Como diria Beck; I´m a loser baby, so why don´t you kill me?
Hoje eu notei que desaprendi a me interessar por coisas que não me interessam a curto prazo.
Isso não é bom.
Tô odiando ter aula de "Comunicação". Hmpf.
Quando que vai ter a bendita reforma curricular?
tô sem o que escrever, estou escrevendo só pra testar este novo layout(é, tô me enjoando fácil dos layouts..este é o 3o em menos de 3 meses(o blog vai completar seu 3o mês já já..óohhn, que fofo))
PUTA QUE O PARIU!!!! Anteontem fui ao cinema com meus chapas Douglas e Davi para assistir à mais nova BOMBA do cinema brasileiro: "Maria, Mãe do Filho de Deus". Só tem uma coisa de bom no filme. Só uma mesmo. Sério. O resto é pra jogar no lixo. Essa única coisa boa é o plano em que Jesus é crucificado. Quem já viu o trailer, viu esse plano. Pois é, já viu o filme. Aliás, não viu não, porque o filme é ruim que dói. Dói. Os atores são horrorosos. HORROROSOS. Essa tal de Giovanna Antonelli simplesmente TEM que morrer. Ou virar garçonete. É uma prega. Péssima. O Jesus cheio da bossa Luigi Barricelli só é um pouquinhozinho menos pior. E o que falar do Padre Morcelo Rossi? Nada. A menininha do filme é uma desgraçada. Tô com raiva de todo mundo que fez essa bosta. O único que quase se salva é o José Wilker. Me pergunto o que esse cara foi fazer nesse filme... O Tonico Pereira, pobre Tonico Pereira, se perdeu de vez. Internem, por favor, que ele precisa de ajuda. E o Moacyr Góes? E o Moacyr Góes? Ora, o Moacyr Góes que vá pra casa do caralho!
Ontem fui ao Candongueiro, em Niterói. Sim. Eu, Homer, ser humano, dotado de polegar opositor, estive em uma roda de samba. Tentei me divertir, interagir com o partido alto, mas não deu. Nasci de pé torto, num dia nublado. Se bem que gosto muito de praia. Não tenho a ginga do samba. Gosto de carnaval. De longe. Não tenho muito saco pra roda de samba. "Mas é a pura expressão cultural brasileira!". E daí? Sinto muito. Tentei. De vez em quando ouço um Bezerra da Silva, pra rolar de rir, ou um Chico Buarque, pra inspiração. E só. Cartola é legal, eu sei. Nelson Cavaquinho ainda mais legal. É verdade. E Guilherme de Brito, que escreveu um dos versos mais belos da língua portuguesa ("Tire esse sorriso...") é sensacional. Mas eu não funciono em roda de samba.
"Papagaio que acompanha joão-de-barro vira ajudante de pedreiro"
Eu quero alguém que me ame loucamente.
Mas que não seja tolo ao fazê-lo.
Alguém que ,criativo e original,
se apaixone por mim naturalmente.
Não por carência ou pressão social.
Que saiba jogar um pouco de sedução.
Na medida certa.
Que seja das 4 estações, o verão.
Chuvoso e sempre são.
Mas a vida é uma grande merda.
Não existe isso de medida certa
(/recalque mode on)
..Por uma daqueles motivos que toda garota/menina/mulher da minha idade abomina..
Atraso.
Fato que fui fazer o tal do exame.
Mal entro na cabine, um sujeitinho gordo, com roupinha branca e injeção na mão me pergunta; "Então você tá éahn?".. isso ao som de "Don´t cry for me argentina", assoviado pelo mesmo..trevas.
Foram as piores 5 horas da minha vida.
Mas é negativo. Respiro mais uma vez.
A vida é bela, e jesus é meu rei.
Viva à castidade e ao lesbianismo! (ainda me "converto" pra um dos dois)
Até que ponto vai o poder nerd? Eu nunca pensei que fosse dizer isso, mas estou com medo do poder nerd. Esse pessoal está em todo lugar contaminando o mundo com o seu mau gosto de se vestir, o seu mau gosto musical, o seu mau gosto total. São os indefectíveis. Eu odeio nerd. Porque eles poluem o meu campo visual. Porque eles fedem.
Dolce far niente na piscina da minha tia em Jacarepaguá. Sou ou não sou um quase suburbano? Com a palavra meu caro amigo Davi que tem conhecimento de causa o bastante para poder opinar. Vai que é sua, Taffarel!
"E até quem me vê..
Lendo jornal
Na fila do pão
Sabe que eu te encontrei
e ninguém dirá, que é tarde demais
que é tão diferente assim
do nosso amor a gente é que sabe, pequena.."
Último Romance // Losermanos
TEORIA DO (mané)ÚLTIMO ROMANCE
Gostos musicais à parte, esta teoria trata de algo muito sério; a manezice.
Definição de mané ; homem(é, quer dizer..), com pouca experiência, inseguro, não age por cafajestagem, tem medo de compromisso(clássico, pré requisito principal para sê-lo), se diz(mas não é!) um sentimental e romântico, punheteiro nas horas vagas(sexual e , principalmente, sentimental) e se ilude até não poder mais.
Tá, explicada essa parte, voltarei ao que dizia; é fato que o mané acredita piamente que vai encontrar na fila da padaria, no jornaleiro ou até na rua, passando, assim, desapercebida entre os outros mortais, a mulher (isto é, deusa) da vida dele.
Pois bem, e um dia acontece, quem sabe, do cara, perdão, mané, encontrar uma mulher gatíssima na rua, o frasco que ele sempre quis pro seu perfume.
Neste caso A a mulher é vazia, tosca, muito bonita e gostosa. Hmm, legal.(se vc pensou isso vc é mané!). O que acontece? O mané se apaixona por ela. Claro. Ela já é, fisicamente falando, tudo que ele sempre quis. Papo ela não tem. Mas e daí? Este mané é egoísta e egocêntrico, pra ele não importa. Sua ilusão/projeção já basta.
Mas e quanto a personalidade da deusa-mulher? O mané, este, já tem bem resolvido na cabeça dele como a mulher perfeita deve ser. Ora, se a mulher oferece várias lacunas para serem preenchidas, como é o caso da mulher(pra não dizer outra palavra) tipo A, o mané acaba por preenchê-las com sua projeção do que ela deveria ser. "Sabe que eu te encontrei"
Se eu falei de um tipo A existe, obviamente, um tipo B. A mulher tipo B é, claramente, imperfeita e insegura, mas tem, na grande maioria das vezes, os mesmos interesses que o mané, o mesmo grau de intelecto(senão até maior) e se sente atraída pelo que o mané é de fato pois ela mesma já parou de renunciar as pessoas por aquilo que elas não são.
Adendo Ilusões e expectativas são coisas normais, inerentes a qualquer ser humano. Todos as têm, todos gostam delas, de uma forma ou de outra. O problema está quando elas acabam por cegar as outras alternativas existentes. O diferente não é ,necessariamente, pior que a ilusão.
Certo dia o mané confunde a mulher tipo B com a mulher tipo A. Ele, que já criou uma série de expectativas( o q é normal, claro), vai se surpreender com a mulher tipo B. Não no sentido que ela seja extraordinária. Mas porque ela é humana e não uma deusa. Imperfeita e insegura, inteligente e esperta. E aí o Mané não se contenta. Acha que nunca vai poder gostar de alguém assim e que o melhor é acabar tudo de uma vez, pois ele está à procura da mulher da vida dele, à procura de sua alma gêmea.
"â - óuúu, foi mal aê =( .. minha conexão caiu e a gente não tá clicando..sabe como é, não tô pra uma banda larga.. vou ter que te deletar da minha lista =** "
Vai passear o Sharpei é?(interníssima!!)
PS: Isso que uma noite regada de licor de chocolate ,com vários episódios de Sex in the city, faz.
Odeio esse tempo de merda.
Odeio esse mal humor de cu.
Odeio essa umidade.
Odeio alergias.
Odeio Wanessa Camargo.
Odeio dentista.
Odeio médicos em geral.
Odeio insônia.
Odeio pessoas que dizem que odeio demais.
Odeio menininhas da geração Dxis.
Odeio Cheetos.
Odeio a indecisão.
Odeio trânsito.
Odeio motoqueiros.
Odeio o túnel rebouças.
Odeio aulas de Comunicação.
Odeio vendedora de shopping.
Odeio essa minha preguiça de respirar.
Engraçado você ter tocado neste assunto, nadar. Também é uma coisa que me remete à minha infância..
Não sei bem quando, acho que aos meus 8 , fui matriculada na escolinha de natação do Fluminense- eu e minha na época melhor amiga ,Uschi.(o nome dela era Ursula).
Na primeira semana foi tudo muito divertido. Tá bom que eu era a única da turma que não mergulhava de forma alguma a cabeça na água, só o fiz uma vez quando eu sem querer escorreguei no chão da piscina(história que minha mãe me conta com toda alegria até hoje, toda vez que minha capacidade física está em jogo), mas era tudo muito legal. A tia nos incentivava e eu já fazia planos de ser nadadora(hehe, sacanagi..na época minha ambição era ser astronauta ou o Bill Gates, sérinho, já era nerdzona com 8 anos).
Foi quando a gente mudou de turma(todos passaram do bossal nível 1 para o nível 2). E veio um novo tio; era um desses manés que só reconhece aprendizado instatâneo..esperava que nós tivessemos cacife para sermos atletas para passarmos de nível..conclusão; eu fiquei quase 2 meses nadando , toda 2a e 4a, num tanquezinho pequeno, fazendo sempre os mesmos movimentos, só pq o cara não queria me passar. A Ushi, essa pulou direto pro nível quatro e depois passou a competir pelo clube e a nadar todo dia.
Foi também o ano em que ela repetiu na fase de alfabetização e teve que sair da escola.
.. e é por essas e outras que eu nado mal e não gosto do Fluminense. Hé.
Hoje começo a nadar novamente. Isso me faz me lembrar de muita coisa. Me lembro da minha infância, quando minha mãe me acordava todo santo dia às seis da matina pra ir nadar com ela, que estava ainda aprendendo a nadar, em um clube no início do Aterro do Flamengo. Eu ainda estudava na porra do São Bento, e ia direto da natação para o colégio. Malditos anos.
Nadei durante muito tempo, desde o colégio, passando pelo Hotel Glória, pelo Clube Internacional, no Aterro, pela piscina do condomínio na (argh!) Barra da Tijuca. Engraçado que eu nunca soube muito bem dar a virada no fim de cada volta e muito menos nadar bem (ou mesmo mal!) borboleta (ou golfinho!?).
Não tenho (ainda) um bom relacionamento com o passado. O que significa, de certa forma, que não mantenho (ainda) um bom relacionamento com o presente. Voltar a nadar traz um pouco dessas dificuldades à tona. O bom é que não tenho medo de enfrentá-las. Simplesmente não tenho medo.
POST EDITADO Já que sou só eu que posto..(aliás, em breve haverá uma mudança de layout..enjoei deste!)
Ah, se não sou eu, quem mais vai decidir o que é bom para mim..aceito a condição..
E aih, se ligaram nas mudancinhas? Falta ajeitar o tag board, mas agora nem toh conseguindo, amanha eu tento mais e faço outras coisitas ( porque nerdzar/photoxotar é o que há para qualquer insomne)
- nudez gratuita(aliás, o que que não o era na festa?hehe)
- pessoas dormindo empilhadas(Homis, eu tenho que pedir desculpa a algum amigo seu..eu tentei, de todas as formas possíveis, expulsar ele do colchão onde eu estava hehe)
- Homis e seu harém(hehe, bota harém nisso né)
- PAGÁ PEITINHO!!
- Gente se trancando no banheiro(hehehe)
- Antonio e DanyBoy, um show à parte
- tocar 3 vezes o cd do los hermanos (ainda saí da festa cantarolando Olha sóo)
.. e é lógico, como já é de práchê, o bom e velho vizinho "eu quero dormir, porra"
E para quebrar um pouco o clima somôdrogadomermoeperdemoalinhapávalê, consagrado pelo TiM festival, decidi dissertar sobre o purgatório terrestre(aliás, me fez lembrar, Homis, quandé que nóis vai lá pra Av. Suburbana hein?Tirá os encosto? Se bem que eu nem tenho visto mais o Pedro mala..aháaa hehehe, triste essa) ;
O DENTISTA
Na boa, poucas coisas conseguem ser piores. Eu estive aqui pensando no que que me irrita mais lá. Será que é aquele barulho nojento e escroto da broca(tcchuíiiiiiiiiiiinnnnnnnn) ou aquele mini holofote ligado e direcionado para a sua cara?
Também tem sempre a/o assistente desastrado que sem querer acaba enfiando o sugador (um ítem a parte) na sua garganta, porque escorregou. Ah tá. Deixa eu dar uma vomitadinha na sua cara ,sem querer, então, seu porra. Ou sem querer descansa a boxxta da mão no sugador, prensando ele contra alguma parte sensível da sua língua. Afff...e me diz se dá pra falar que tá machucando? " ahtsahtenffzzoo" O que foi querida?
Me incomoda aquele lance que se usa pra limpar o dente também; é tipo uma escovinha que eles põe na ponta da broca. Aquilo é para mim o mesmo que passar a unha em um quadro negro (sqíiiíiiiiikk) para algumas pessoas. Aflição pura.
Mas acho que a maioria há de convir que o Óó é a anestesia. E hafa zito. Hmpf.
Na boa, se não é a Fabi me segurando duas vezes e olhando fundo nos meus olhos, teria sido eu a beijar a Lacraia no palco, e não aquele cara da faxina. E a segunda vez teria sido com a Tati Quebra-Barraco.
Caralhos, o que dizer desse fim de semana que entrou para a história? Eu tava lendo o post abaixo da minha companheira de blog e acho que muita gente se perdeu e se encontrou nesses últimos dias.
Agora que já gastei mais de R$400 em bebidas, drogas, festas e música em menos de três dias, posso me sentir uma pessoa recompensada. Tava ontem de total ressaca (ainda tô até agora, acreditem!) e tentei contabilizar o que bebi, fumei e tomei nesses três dias de TIM. Após observar os canhotos de cheque sobreviventes nos meus bolsos da calça, cheguei aos seguintes números (copiando Evitcha): saldo total de dez doses cavalares de whisky, dez energéticos e 32 cervejas. Sem contar as duas passadas no "baleiro" e as onze no "gramado".
Além disso tudo, mais doze novos CDs, a saber: "Los Hermanos" e "Bloco do Eu Sozinho", Los Hermanos, "Room on Fire", The Strokes, "Jackie Brown", "Reservoir Dogs" e "Pulp Fiction Collector's Edition", trilhas sonoras, "100th Window", Massive Attack, "The Essential Clash", The Clash, "Strays", Jane's Addiction, "Phantom Power", Super Furry Animals, "Parklife", Blur e, finalmente, "Meu Bom Juiz", Bezerra da Silva.
Show do Public Enemy foi um daqueles retornos sinistros à minha adolescência, que foi uma merda e foi uma maravilha. Duas horas de show e podia ter sido muito mais. Senti o público meio frio. Acho que tanto por causa do desconhecimento das músicas (eu que escuto há muito tempo tenho só três CDs) quanto pela dificuldade com o idioma, já que o Public Enemy (como bom grupo de rap de verdade) se comunica muito com o público e eu senti que a galera não entendia quase nada do que eles diziam. Eu mesmo não entendi muita coisa.
Nação Zumbi, que empolgou muita gente, até o pessoal do Globo e do JB, pelo que li hoje, não me empolgou tanto assim. Gostei e muito, mas com ressalvas. Tudo bem, acho que a minha ansiedade pelo Public Enemy (que aliás só foi o Public Enemy de verdade quando o Flavor Flav entrou no palco) acabou dinamitando bastante o show do Nação Zumbi.
Afro Reggae foi... Afro Reggae.
The Streets? Após uma música e meia resolvi sair para ver se tinha algo interessante pelas arenas do TIM. Tinha. Era um lounge (que xik!) com uns sons muitcho doidos saindo de uma luminárias (?) e os melhores pufes que a humanidade já pôde contemplar e usar. Ah! E comi ainda um taco e um burrito. Gostosim.
Voltando ao primeiro dia, Los Hermanos foi xenxaxional. Do caralho! Me diverti à vera com mis hermanitos que não via há muito tempo. AMAPI/Fazendários em peso no TIM Lab. Valeu, galera!
Agora, sinceramente, o que foi Peaches e DJ Marlboro?!? Puta merda! Caralho! Ahhhhhhhhh! Que foda! Peaches foi um dos shows mais eletrizantes que eu vi em toda a minha vida. Uma mulher (e põe mulher nisso!) que é uma fera tresloucada. Ninguém segura. Sozinha, com bases pré-gravadas e guitarra (e só, fora a participação foderosa do Iggy Pop foderoso - quando eu tiver 60 anos quero ser que nem esse cara! - num vídeo) a Peaches detonou tudo. Não deixou pedra sobre pedra. Eu já estava doidão descaralhado, totalmente louco.
E aí chegou o DJ Marlboro. E a Tati Quebra-Barraco. E o Serginho e a Lacraia. E o Doca e sei lá mais quem. E uma porrada de cachorras au-au. E o que já tinha sido detonado pela Peaches (e pelo Public Enemy há horas atrás) foi pulverizado. Começando com James Brown (que é rei) e terminando com hematomas morais. Eu não tenho ressaca moral, mas muita gente tem. O festival de funk à parte, capitaneado pelo Marlborão foi um dos momentos mais sensacionais em que eu já estive presente em toda a minha vida. Todo preconceito (e mesmo os conceitos) que eu tinha em relação ao funk foram diluídos numa mistura muito doida diretamente na veia. Posso afirmar com absoluta segurança que não me lembro de ter me divertido tanto assim. Isso sem contar que a nossa platéia (porque sim, "nós" demos um show à parte) deve ter se divertido bastante também.
Eitcha que já era!
Não sei quanto a vocês, mas o mundo não será mais o mesmo...
P.S. 1: O som no Stage estava ruim. Não se ouvia muito bem o vocal em praticamente todos os shows.
P.S. 2: A chuva quase estraga a festa.
P.S. 3: Na vida, tem gente que é Village, tem gente que é Stage/After Hours/Lab. Não digo nem Club, porque este ano não passei por lá.
Cine Tchassa...foi mto bom, como de costume..só pegou meio mal o fato do meu ex estar lá(o cara gatenho da minha rua estava presente e eu não pude fazer naaada!!). Sou muito lesada. Não sei dizer não muito bem para uma pessoa com quem já estou envolvida(calma Homer, eu nem uso a desculpa da fase..a minha estratégia é fazer de tudo pra pessoa parar de gostar de mim hehe toscona).. meio que acabei ficando com ele por motivos que nem eu sei..fiquei pq era cômodo. Grande. Tosco.
Sem falar que ele achou que eu queria loucamente o corpo de um "panquê aih".. rárá. Avisa por favor que o Homer é amigo? Ah, e que, allow, ciúme??Amizade colorida não tem direito a essas coisas não, eita, vá ler o manual!!
***Quinta Feira*** saldo alcoolico; 2 caipirinhas, 1 de lima e uma de abacaxi e 1 cerva miller
é o tiiiiiiimm festival..Losermanos!! Foi ma-ra-vi-lho-so o show.. caaaara, é bem melhor que música brasileira!!!!(há há há..inteeerna).
Tirando uma mulé que passou o show inteiro me empurrando com a busanfa dela(hehe) pq eu estava entrando no territorio dela(vadia se deu mal pq eu pulei várias vezes no seu pé, bem feito, peito peito peito) e um outro cara que teve uma tentativa de me encoxar (??), foi fodasso..eu gritei muito..até me mijei(aíii, mas que nojêeento) hehehe
A melhor do dia foi a frase do Homer; "Minha profissão é ser filho da minha mãe" tsc tsc..esses riquinhos de São Conrado que perdem a loção de gastar mais de muito dinheiros em bebida hein..
***Sex Feira*** saldo alcoolico; uns golitos de cerveja e um guarana antártica(pq guarana acende, oras)
Já cheguei bizarramente atrasada na aula..a professora me olhou com uma cara de "aih, menina perdida sem loção". Depois da aula fiquei lá editando o making of (chega, tenho que terminar isso logo!!) e mais tarde fui pra casa dos meninos(sim, Homes, sua casa) e comi PASTEL! Eu, Davi e Gabriel(os dois últimos, chapados) fazendo pastel..ficaram até gostosos, mas enfim, mó sujeira fazer essas coisas. Mas a casa não é minha mesmo hahaha!
Acabei de voltar do Cine Buraco..até podia ser um evento legal. Mas só tem gente mocréia lá. Só. Um cara chegou em mim bem assim ó;
- Ei, eu vi esse piercing há dois dias atrás!!
(eu, lerda que sou, pensando "Ahn?")
- No cine cachaça!!
(ahhh, caiu a ficha)
- Bla bla bla..
Você estuda ou trabalha com Cinema? - Ah, acabei de me formar na Estácio, em cinema...e vc?
Da Uff né?
É.. - Ah tá. Vou lá pegar uma cerveja.
???Também era mó mocréio, deve ter achado que eu estava com Soninha, minha mãe. O hómi menos feio do local era aquele mané da infelicidade chamada de "Seja o que deus quiser"..o Caio Junqueira. Nem é tão magrelo assim. Hmm.
é só. Amanhã tem festinha de 15 anos da minha vizinha. Êe. Vamo Soninha?